BLOCKCHAIN

Divisão de café de Honduras busca integrar sua cadeia de suprimentos ao blockchain


Principais fatos:

Estima-se que até 2020, cerca de 20.000 pequenos produtores em Honduras participem do projeto. O projeto visa aumentar a confiança e conceder empréstimos aos produtores sem contas bancárias.

Em Honduras, um dos dez maiores produtores de café do mundo, a indústria cafeeira procurará implementar um sistema baseado em blockchain e Internet das Coisas [IoT] para integrar diferentes atores na cadeia de suprimentos do produto.

A integração será alcançada através da startup GrainChain, que se concentra no desenvolvimento de sistemas para monitorar a produção e o comércio de grãos, com base em contratos inteligentes e registro móvel em sua blockchain. A empresa chegou a vários acordos com diferentes players da cadeia de suprimentos de café em Honduras, segundo Luis Macías, executivo-chefe da startup, responsável por 2% da indústria cafeeira do país.

No domingo, 6 de outubro, uma empresa hondurenha de gestão de fundos de garantia recíproca, responsável por facilitar o financiamento dos cafeicultores, informou a imprensa local que assinaria um acordo com o GrainChain nas próximas semanas. O administrador, Confianza SA-FGR, disse que o acordo permitirá que cerca de 20.000 cafeicultores usem ferramentas baseadas em blockchain.

Segundo Francisco Fortín, representante da Confianza SA-FGR, o objetivo é incluir gradualmente todos os participantes do setor cafeeiro, como produtores, exportadores, bancos e fornecedores de insumos. Fortín disse que esta será a primeira vez que todos os participantes do setor cafeeiro de Honduras estão reunidos na mesma plataforma.

Note-se que estima-se que 60% do café de Honduras seja produzido por uma pequena empresa de aproximadamente 89.000 cafeicultores. Da mesma forma, o produto constitui um importante produto agrícola de exportação para os países da América Central.

Por meio desse projeto, o GrainChain se concentra no financiamento, que é um ponto-chave na cadeia produtiva do café. Recomenda-se melhorias em três áreas básicas: aumentar a confiança entre agricultores e instituições financeiras, ter dados mais precisos e aumentar a transparência.

Na primeira fase, a startup americana em McAllen, Texas, será testada por piloto com a participação de milhares de produtores de café. Estima-se que até 2020, pelo menos 20.000 cafeicultores serão incorporados.

A plataforma usa um contrato inteligente intercambiável para liquidação de crédito e melhora a rastreabilidade e a certificação do produto. Ele também inclui um aplicativo móvel com uma carteira para gerenciar o token do projeto GrainPay, que usa o Trust AS-FGR como garantidor de pagamento para fornecer financiamento para agricultores sem uma conta bancária.

Fortín explicou que os produtores poderão monitorar todas as etapas do processo de produção por meio de seus telefones celulares, controlar seus estoques e solicitar financiamento. "Se o produtor quiser comprar suprimentos e não tiver dinheiro, ele pode emprestar ao banco. O executivo disse:" O banco transfere o dinheiro para o fornecedor do insumo e depois envia o produto para a fazenda. "

Conforme explicado pelo CEO da GrainChain, Luis Macías, no final de 2018, os tokens do GrainPay eram usados ​​para pagamentos dentro da plataforma e como um valor estável de moeda fixo nas moedas fiduciárias. Na época, a empresa recebeu US $ 2,5 milhões em investimentos para vender sua participação de 10% à Medici Ventures, uma reserva de gigantes do varejo on-line nos EUA.

A GrainChain possui experiência no monitoramento de cadeias de produção, como produtos de feijão. Segundo Macías, a plataforma já foi executada em fazendas no Texas e Tamaulipas no México. Esse modelo garante a entrada da empresa no mercado de café em Honduras.

No Brasil, o primeiro produtor mundial de café, existe uma experiência semelhante, na qual os cafeicultores rurais usam uma criptomoeda para obter as necessidades necessárias para a produção. Nesse caso, o programa começou com uma cooperativa agrícola de café chamada Minasul em Minas Gerais, Brasil. O projeto promove criptomoedas apoiadas na produção de café.

Fonte de informação: compilado a partir de 0x informações de CRYPTONOTICIAS, os direitos autorais pertencem ao autor Genny Díaz, sem permissão, não podem ser reproduzidos de

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