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O Banco Central Europeu atingiu a zona do euro com um “declínio sem precedentes” e está em estado de emergência


A zona do euro está enfrentando uma crise econômica “sem precedentes”, que é a pior já registrada. A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, descreveu a situação do Banco Central em um estado de emergência total, depois que o banco central manteve as taxas de juros inalteradas.

Contração econômica sem precedentes na zona do euro

Novos dados divulgados na quinta-feira mostraram que a economia dessa região de 19 membros teve forte contração, atingindo seu menor recorde desde 1995.

A zona do euro está enfrentando uma contração econômica de escala e velocidade sem precedentes em tempos de paz.

Lagarde continuou: “As medidas para conter a disseminação do coronavírus covid-19 impediram amplamente a atividade econômica de todos os países da área do euro e do mundo”.

Segundo dados divulgados pelo Eurostat na quinta-feira, o PIB da zona euro no primeiro trimestre de 2020 caiu 3,8% em relação ao trimestre anterior e 14,4% à taxa anual. Por outro lado, a taxa anual do PIB dos EUA caiu 4,8%.

A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, disse: “A zona do euro está enfrentando uma contração econômica sem precedentes em escala e velocidade em tempos de paz.” O Banco Central está em estado de emergência geral

O Banco Central Europeu não fez nenhuma alteração nos planos de compra de ativos na quinta-feira, incluindo o plano de pandemia de emergência de 750 bilhões de euros (US $ 832 bilhões), lançado em março. O plano de estímulo em larga escala visa mitigar alguns dos choques econômicos causados ​​pela crise do coronavírus. Lagarde afirma que os formuladores de políticas estão prontos para expandir esses planos quando necessário. A mídia citou Klaus Westerson, economista-chefe da zona do euro na Macroeconomia Pantheon, dizendo:

De [ECB] O presidente pintou uma imagem do banco central em estado de emergência total, que teve que jogar fora o livro de regras para previsões políticas e padrão.

O Banco Central Europeu prevê que a contração do PIB da economia da zona do euro esteja entre 5% e 12% este ano. O declínio real depende do tempo e da eficácia do aprisionamento de cada país. Na sexta-feira, Philip Lane, economista-chefe do Banco Central Europeu, alertou que a recessão no segundo trimestre será “significativamente mais” do que no início deste ano, porque o aprisionamento entrará em vigor em abril.

A previsão de crescimento econômico do BCE está alinhada com a do Fundo Monetário Internacional (FMI), que prevê uma contração de 7,5% na área do euro. Em abril, Luis de Guindos, vice-governador do Banco Central Europeu, disse esperar que a economia europeia sofra uma recessão mais severa do que o resto do mundo.

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